quinta-feira, 23 de maio de 2013

Em silêncio, Ibson desembarca em São Paulo para assinar com o Timão


Jogador prefere não falar na chegada porque ainda não firmou o contrato. Antes, meia, que deixou o Flamengo, fará exames médicos

Por Rodrigo FaberSão Paulo
ibson desembarque corinthians (Foto: Diogo Venturelli)Ibson chegou a São Paulo nesta quinta: entrevistas
só depois de assinar (Foto: Diogo Venturelli)
O meia Ibson, ex-Flamengo, chegou a São Paulo na tarde desta quinta-feira para fazer exames médicos e, se aprovado, assinar contrato com o Corinthians. Com a rescisão entre o jogador e o clube carioca, ele deve ser anunciado em breve como reforço do Timão. Ainda não se sabe de quanto tempo será o compromisso.
Cauteloso, o meia preferiu não falar no desembarque. Segundo seu empresário, Eduardo Uram, ele primeiro precisa firmar o vínculo com o Timão.
- Ainda não assinamos. Por isso, ele não vai falar. Ninguém fala sobre possibilidades, somente sobre coisas concretas - afirmou o agente.
Ibson é o sexto reforço do Corinthians para a temporada. Logo no início de 2013, o clube anunciou as contratações do zagueiro Gil, do meia Renato Augusto e do atacante Alexandre Pato, que custaram, juntos, aproximadamente R$ 60 milhões. Depois, chegaram o goleiro Walter e o volante Maldonado. O Timão segue "vasculhando" novos nomes no interior de São Paulo.
No domingo, dia da conquista do Campeonato Paulista sobre o Santos, a diretoria alvinegra havia demonstrado interesse por Ibson. O diretor adjunto Duílio Monteiro Alves é quem manteve contato com o empresário Eduardo Uram.
O volante Paulinho desperta o interesse de clubes europeus, e o Inter de Milão é o principal interessado. O Corinthians tem Guilherme e Edenílson para a posição, mas o primeiro ainda é considerado inexperiente, enquanto o segundo está sendo preparado para substituir Alessandro na lateral direita. Assim, o caminho ficaria aberto para Ibson se firmar
Leia mais...

Leia Mais >>

Atletas elegem Tite o melhor técnico do país e Leão o pior que já tiveram


Comandante do Corinthians tem mais do que o triplo de votos de Muricy Ramalho, e Leão é o mais citado entre 80 'treinadores ruins' por jogadores

Por Alexandre LozettiSão Paulo

Toda unanimidade é burra, diria Nelson Rodrigues. Tite, então, é uma quase unanimidade do futebol brasileiro. É quase impossível encontrar quem fale mal do técnico do Corinthians. A fama de correto, justo e boa gente já é antiga, e, nos últimos anos, ele ainda juntou às boas referências pessoais um currículo invejável. Ganhou a Copa Sul-Americana pelo Internacional e, no Timão, conquistou o Brasileirão, a Libertadores, o Mundial e o Paulista. O último título foi o de melhor técnico do país, eleito em pesquisa realizada pelo GLOBOESPORTE.COM em parceria com a revista "Monet" com 343 jogadores das Séries A e B do Campeonato Brasileiro.
Prêmio resumido pelo professor com uma palavra: reconhecimento.
- Ser escolhido pelos atletas como melhor técnico do Brasil é, para mim, motivo de orgulho. Além de um incentivo à minha "inquietude" em busca de conhecimento e crescimento pessoal e profissional.
técnicos_Censo (Foto: Infoesporte)
Ele teve mais do que o triplo dos votos de Muricy Ramalho, tetracampeão nacional: 150 a 49. Foram 24 treinadores citados, e 33 atletas preferiram não responder. Mas a pesquisa não é só feita de elogios. Os jogadores também foram questionados sobre o pior técnico com quem já trabalharam. Apesar da garantia do anonimato, 175 boleiros ficaram em cima do muro e não responderam, ou disseram "nenhum": a grande maioria. Entre os citados, Emerson Leão ganhou (ou perdeu) também com larga vantagem: 29 votos.

Tite: corrente de confiança
Tite chegou ao Corinthians em 2010, quando o clube demitiu Adilson Batista, e ainda tentava se reencontrar após a saída de Mano Menezes para a seleção brasileira. Apesar de não ter conquistado o título brasileiro, pelo qual lutou até a última rodada, e da trágica eliminação diante do Tolima, na primeira fase da Libertadores, ele foi mantido pela diretoria. Decisão acertada. De lá para cá, são quatro troféus levantados e quase nenhum atrito com jogadores.
O que mais se ressalta no Timão é o ambiente de respeito às decisões de Tite. Mesmo aqueles que não jogam se enquadram em seu lema de "merecimento". Quem ameaça roer a corrente é isolado pelo grupo. Foi o que ocorreu com o argentino Martínez, que, no ano passado, ameaçou deixar o clube se não se tornasse titular. A pressão não deu certo, e ele se transferiu para o Boca Juniors. Após a eliminação para o mesmo Boca na atual edição da Libertadores, Alexandre Pato esboçou a reclamação por sua condição de reserva, mas logo recuou.
Tite, Corinthians x Boca Juniors (Foto: Marcos Ribolli)Tite tem a preferência de 43,7% dos jogadores que
disputam as Séries A e B (Foto: Marcos Ribolli)
- Não fico surpreso por ele ter sido eleito. Sei da capacidade dele, tivemos um rápido contato quando eu tinha 12 anos, e agora nos reencontramos. Ele tem trabalhado muito bem, torna um grupo muito forte e vai buscar muitos títulos - afirmou Pato.
Além dos resultados, as frases e expressões do treinador alvinegro o marcaram como um dos grandes personagens recentes do futebol. Nas entrevistas coletivas após os jogos, ele fala como se tivesse entrado em campo. Semblante cansado, intenso, chega a suar. Bate nas teclas do profissionalismo e da justiça. Após o empate diante do Boca, em que o trio de arbitragem prejudicou o Corinthians no Pacaembu, o gaúcho revelou que foi cínico ao cumprimentar juiz e assistentes:
- Botei meu lado podre pra fora.
A última dor de cabeça do comandante foi Jorge Henrique. A comissão técnica alegou problemas de indisciplina após o atacante ter chegado atrasado ao treino e o afastou do grupo. Tite não aceita que quebrem a corrente de confiança.
- Em cinco meses no Corinthians, e pelo que já havia ouvido, o Tite é um cara super profissional, trabalhador, honesto, e tem o grupo inteiro nas mãos. É um cara sensacional, que consegue conduzir 30 jogadores e todos ficam felizes - elogiou o zagueiro Gil.
Leão: o outro lado
As respostas sobre o pior técnico que cada um teve em sua carreira reservaram curiosidades: 80 profissionais foram citados. Entre eles, nomes como o holandês Frank de Boer, o turco Yilmaz Vural e brasileiros menos conhecidos como Bezerra, Bagé, Eugênio, Mauro Ovelha, Ney da Matta... Até José Mourinho foi vítima, votado por dois atletas.
Emerson Leão reclama contra Lusa (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Emerson Leão não teve boa votação dos atletas
(Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Em meio a quase 200 abstenções, Leão foi o líder de votos: 29, também mais do que o triplo dos que vieram a seguir. Joel Santana foi lembrado por oito jogadores, e Vágner Mancini por sete. Os preferidos dos boleiros, Tite e Muricy Ramalho, não receberam votos, mas nem Luiz Felipe Scolari escapou da ira dos atletas. O comandante da seleção brasileira teve uma indicação para pior técnico - e 11 para melhor.
Campeão brasileiro em 2002 no comando do Santos, Emerson Leão está desempregado desde o ano passado, fato que, segundo ele, facilita para que jogadores o indiquem. Ele trabalhou no São Caetano em 2012, após ser demitido do São Paulo em razão das eliminações nas semifinais do Paulistão e da Copa do Brasil. A saída do Morumbi, assim como em 2005, em sua primeira passagem pelo clube, gerou uma série de críticas de jogadores e dirigentes. Os mesmos que haviam trabalhado com ele sete anos antes.
- Futebol é muito simples. Quem está entre os 11, gosta; quem não está, reclama. E eu não tenho acordo com jogador, não tenho acordo com empresário. Por isso, não gostam. Acho que está na hora de os jogadores de futebol fazerem um pouco pelo Brasil, porque eles estão jogando muito pouco - defendeu-se o treinador.
Acho que está na hora de os jogadores de futebol fazerem um pouco pelo Brasil, porque eles estão jogando muito pouco"
Emerson Leão
Incomodado com o resultado, mas de bom humor, Leão disse que os jogadores se esconderam atrás de seu nome, já que não precisam ter seus votos revelados, e citou a boa relação com Diego Tardelli, atacante que foi destaque do São Paulo sob seu comando, entre 2004 e 2005, mas deixou o clube depois que o treinador também saiu.
- Vai perguntar pro Tardelli se ele me acha bom. É que só gostam do lado negativo.
Leão, no entanto, não recebeu nenhum voto para melhor técnico do país.

Leia mais...

Leia Mais >>

Grito e presença: Fiel é eleita pelos boleiros a torcida que mais pressiona


Líderes em média de público nos últimos três Campeonatos Brasileiros, corintianos vencem pesquisa com jogadores pelo segundo ano consecutivo

Por Alexandre Alliatti, Alexandre Lozetti e Thiago de Lima*Rio de Janeiro

saiba mais
Quando o assunto é torcida, tamanho ainda é documento. Flamengo e Corinthians, clubes com o maior número de torcedores do país, têm seus aficcionados como os mais respeitados pelos boleiros nos estádios. Mas os alvinegros levam vantagem no quesito "jogar junto". Líder em média de público dos últimos três Campeonatos Brasileiros, a Fiel foi eleita pelo segundo ano consecutivo a torcida que mais faz pressão nos adversários em pesquisa feita pelo GLOBOESPORTE.COM e pela revista “Monet” com 343 atletas de 23 clubes das Séries A e B do Brasileirão. E a vantagem sobre os concorrentes foi ainda maior este ano.
A torcida do Corinthians é destacada por 53,9% dos entrevistados, equivalente a 185 jogadores - 43 a mais do que no ano passado. O Flamengo novamente ficou em segundo lugar, agora com apenas 10,5%, ao receber 36 votos - seis a menos do que na temporada passada. Atlético-MG e Grêmio dividem o terceiro lugar, com 15 votos (4,4%). A dupla é seguida por Atlético-PR (nove votos, 2,6%), Palmeiras (sete votos, 2%), Bahia e Santos (seis votos, 1,7%), São Paulo (cinco votos, 1,5%), Ponte Preta e Sport (três votos, 0,9%), além de Internacional, Vasco, Náutico e São Caetano (dois votos, 0,6%). Ao todo, 26 clubes foram citados na pesquisa, sendo 25 brasileiros e um argentino: o Boca Juniors. Trinta e quatro atletas, 9,9% dos participantes, não responderam a essa pergunta do questionário.
Torcidas_Censo (Foto: Infoesporte)
Jogador que veste essa camisa sempre vai entrar em campo a 200km/h. O próprio atleta vê
que a equipe adversária fica temerosa, começa a errar passes,
a não arriscar jogadas... É algo inacreditável, nunca vi isso em time nenhum do Brasil."
Marcelinho Carioca, ex-jogador de
futebol, sobre a torcida do Corinthians
Revelado pelo Flamengo e com três passagens pelo Corinthians, Marcelinho Carioca viveu 14 anos nos dois clubes no total e conquistou títulos importantes por ambas equipes, como o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e os estaduais do Rio de Janeiro e de São Paulo. O ex-meia concorda com a opinião geral dos jogadores ao apontar as duas maiores torcidas do país como as que têm mais força. Porém, na visão do craque, a Fiel leva vantagem num quesito determinante: a paciência.
- Quando a torcida (do Corinthians) vê que o time está mal em campo, aí que ela grita mais ainda. Às vezes, se o jogador está cansado ou não teve sequência, ele sabe que vai ter que correr muito mais. Jogador que veste essa camisa sempre vai entrar em campo a 200km/h. E o torcedor, vendo essa postura, vai em cima mesmo. O próprio atleta vê que a equipe adversária fica temerosa, começa a errar passes, a não arriscar jogadas... É algo inacreditável, nunca vi isso em time nenhum do Brasil. A torcida do Flamengo está junto, tem muita força, mas é menos paciente - constatou.
O Flamengo é o recordista em média de público ao levar mais torcedores aos estádios em 13 das 42 edições do Campeonato Brasileiro. Mas o Corinthians já ameaça os números rubro-negros. Com o melhor público dos últimos três anos, a Fiel soma a maior média de dez campeonatos nacionais ao todo. No clube desde 2011, o lateral-esquerdo Fábio Santos vê o apoio como um elemento determinante para o sucesso do time. E destaca a reação dos alvinegros em momentos negativos - caso de um gol sofrido.
Info_PUBLICOS_CORINTHIANS (Foto: Infoesporte)
- Acredito que o mais marcante e o que mais me chamou atenção é o momento em que tomamos gol. Os torcedores gritam e incentivam ainda mais o time. Isso dá muita força aos jogadores. Sempre foi complicado enfrentar o Corinthians. Mas acredito que atualmente eles (torcedores) estão ainda mais participativos. É só ver a média de público da gente em todos os campeonatos. Sempre é a maior ou uma das maiores. Dificilmente jogamos para menos de 25 mil torcedores, o que no Brasil é excelente.
Mudança de perfil
Duas eliminações, dois finais distintos. Nas oitavas de final da Libertadores de 2006, ao cair para o River Plate, da Argentina, torcedores se revoltaram, invadiram o campo e entraram em confronto com a polícia. Sete anos depois, na mesma fase do torneio sul-americano, o time foi eliminado pelo também argentino Boca Juniors, mas saiu de campo aplaudido e ovacionado pelos alvinegros, que pareciam comemorar a classificação no Pacaembu (veja no vídeo ao lado). O episódio é usado como exemplo por jogadores e treinador para comprovar a forte ligação entre o time e a Fiel.
- O carinho, o incentivo que o torcedor corintiano dá aos atletas durante o jogo todo é emocionante para nós e pressiona os adversários. E quando o reconhecimento vem pelo desempenho, como por exemplo no jogo contra o Boca Juniors, independentemente do resultado, é algo extraordinário. Talvez revolucionário e exemplar - exaltou o técnico Tite.
Marcelinho Carioca não vê diferença no incentivo dos corintianos atualmente em comparação com 1993, ano em que foi contratado pela primeira vez pelo clube paulista. Mas o ex-jogador percebe uma mudança de comportamento e cita uma história de 1994 como exemplo.
- Lembro que em 1994 os caras invadiram o hotel na hora do almoço. Estavam sentados na mesa o Luisinho, o Boiadeiro, o Paulo Roberto e o Branco. A torcida estava livrando só a cabeça do Branco. Falou que se não ganhássemos, os outros três poderiam voltar para casa. Agora o comportamento melhorou. Invasão não tem mais.
Torcidas de Coritiba, Goiás e Vitória fora; Sport despenca
Dos 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro, três não foram lembrados na pesquisa: o Coritiba e os recém-promovidos à Primeira Divisão Goiás e Vitória. O trio se junta a Santa Cruz, CRB, Brasiliense, Desportiva-ES, Cuiabá-MT, Parnahyba-PI, Potiguar de Mossoró-RN e Cene-MS como os campeões regionais do país este ano que não receberam votos. Os estaduais do Acre, Amazonas, Maranhão, Paraíba, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins ainda estão em andamento.
Já a lista dos citados inclui torcidas de oito equipes da Série B. Além de Palmeiras, que figurou entre os mais votados, a relação tem Avaí, Ceará, Guaratinguetá, Paraná, Paysandu, São Caetano e Sport. O Rubro-Negro pernambucano, por sua vez, teve uma queda vertiginosa se comparado à pesquisa do ano passado. Na Série A em 2012, o clube foi o terceiro mais lembrado pelos boleiros, com 6% dos votos.
Leia mais...

Leia Mais >>

Após gastos com estrelas, Timão busca ‘custo zero’ no 2º semestre


Depois de gastar quase R$ 60 milhões no início do ano, clube se reforça de graça para algumas posições. Ibson acerta entre quinta e sexta

Por Diego RibeiroSão Paulo

roberto andrade tite corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr./ Agência Corinthians)Tite conversa com diretor Roberto de Andrade 
(Foto: Daniel Augusto Jr./ Agência Corinthians)
Três reforços no início do ano custaram quase R$ 60 milhões aos cofres do Corinthians. As chegadas de Alexandre Pato, Renato Augusto e Gil agregaram qualidade ao elenco, mas também fizeram o clube gastar um montante considerado incomum no futebol brasileiro. Para o segundo semestre, já com a equipe formada, o Corinthians quer reforços pontuais e tem encontrado características comuns a eles: todos devem chegar sem custos de transferência.
Foi assim com Maldonado, apresentado na terça-feira, e será assim com Ibson, que deve acertar com o Timão até o fim da semana. O meio-campista acertou sua rescisão com o Flamengo e só precisa resolver a forma de pagamento dos direitos de imagem atrasados a que tem direito.
– Ele chegaria sem custos ao Corinthians, a única obrigação do clube seria o pagamento dos salários – afirmou o empresário de Ibson, Eduardo Uram.
Outros dois ou três garotos devem chegar para compor o grupo, vão crescer aqui dentro"
Roberto de Andrade, diretor de futebol
Até mesmo os salários serão menores do que o padrão pago pelo clube. Maldonado assinou contrato até o fim do ano com vencimentos semelhantes a de jogadores reservas e pouco utilizados. Isso porque ele passou cinco meses utilizando as instalações do clube para se recuperar de uma grave lesão no joelho esquerdo e deve ser utilizado apenas quando o titular Ralf não estiver à disposição.
Com Ibson, fora dos planos do Flamengo, a estratégia não é tão diferente. Seu salário terá melhor padrão, mas estará longe do que ele ganhava no clube carioca. O empresário do jogador admite que ele vai “perder dinheiro” ao acertar com o Corinthians, mas vai passar a receber em dia e em um clube de tanta projeção quanto o Fla.
A diretoria alvinegra admite que a estratégia de contratações para o segundo semestre tem dois caminhos: a oportunidade, quando um jogador de nome está livre e pode chegar com um custo menor, e a observação, quando o clube garimpa jovens valores dos campeonatos estaduais e assina contratos por empréstimo, com valor fixado para a compra dos direitos econômicos.
– No caso do Ibson, é uma grande oportunidade. Temos um elenco muito qualificado e estamos apenas nos prevenindo para possíveis perdas (Paulinho, principalmente). Outros dois ou três garotos devem chegar para compor o grupo, vão crescer aqui dentro – disse o diretor de futebol Roberto de Andrade.
Dessas observações, a mais próxima de virar realidade é o volante Jocinei, que disputou a Série A2 do Paulista pelo Rio Claro. Bem longe dos R$ 40 milhões investidos em Alexandre Pato, e os cerca de R$ 9,5 milhões por Renato Augusto e Gil, cada.
Leia mais...

Leia Mais >>

Mesmo sem jogar, Zizao deve cumprir contrato com o Corinthians


Chinês vai continuar com poucas chances no segundo semestre, mas parceria com clube compensa fora de campo

Por Diego RibeiroSão Paulo

Zizao programa Altas Horas  (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Zizao virou garoto-propaganda do Timão
(Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
O chinês Zizao deve continuar com poucas chances de atuar pelo time principal do Corinthians, mas isso não significa que terá atuação apagada no segundo semestre da temporada. Mesmo reconhecendo que o atacante não deve ser muito aproveitado em campo, a diretoria alvinegra entende que as ações fora do gramado fazem a contratação valer a pena. Zizao está emprestado pelo Shanghai Shenxin, da China, até o fim do ano, e deve continuar no elenco para as disputas de Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Recopa Sul-Americana.
Nos últimos meses, por exemplo, Zizao viajou duas vezes a Brasília para representar o Corinthians em diferentes eventos. A Caixa, patrocinadora do clube, também aposta no chinês como garoto propaganda - recentemente, até gravou para um comercial do banco.
Além disso, a presença do chinês serve para o Corinthians abrir e explorar o mercado asiático. O clube considera que já houve benefício nesse sentido.
- Sabemos que será difícil ele jogar, mas é algo maior do que o futebol - disse o diretor adjunto Duílio Monteiro Alves.
Em entrevistas recentes, Zizao tem falado sobre sua vontade de jogar e ajudar o Corinthians dentro de campo. Em sua posição, porém, o clube conta com Alexandre Pato, Emerson, Guerrero e Romarinho, fato que o deixa com pouquíssimas chances de sequer integrar o banco de reservas.
Flávio Pires, representante do jogador e do Shanghai Shenxin no Brasil, não procurou o Corinthians para discutir a situação de Zizao. De acordo com a diretoria alvinegra, não há motivos para o chinês não cumprir seu contrato de empréstimo até o fim.
Leia mais...

Leia Mais >>

Google+ Followers

Arquivo

  ©Template by Dicas Blogger

TOPO